Campos customizados, tags, calendários, templates, tools, tabelas (Quando usar e regras) e mídias (Quando enviar) têm, cada um, um campo de instruções próprio. É fácil tratar esse campo como um comentário interno, uma anotação pra você lembrar depois. Não é isso.
O que a instrução faz de verdade
Cada instrução é lida pelo papel do agente que usa aquele recurso. Não é uma nota de rodapé pra humano ler.
| Recurso | Quem lê a instrução |
|---|---|
| Calendário, mídia (Quando enviar), tabela (Quando usar e regras) e tool | Receptivo, na hora de responder |
| Campo customizado, tag e Entrada no estágio | Agente de CRM, depois de cada resposta |
| Template e política de follow-up do estágio | Follow-up |
Por isso a regra de quando preencher um campo, aplicar uma tag ou mover de etapa vai no próprio recurso, não no prompt do Receptivo: ele não grava nada no CRM.
O que separa uma instrução boa de uma vaga
Uma instrução vaga produz um uso vago: seu agente aplica o recurso no lugar errado, ou deixa de aplicar onde deveria. Uma instrução específica diz o gatilho e o contexto, não só o que o recurso é, e dá a seu agente critério pra decidir sozinho.
Pense na instrução como você pensaria em explicar a tarefa pra alguém novo no time: o que essa pessoa precisa saber pra tomar a decisão certa sozinha, sem perguntar pra você toda vez.
Se você está ajustando uma instrução que já existe, mude uma coisa por vez e teste antes de mexer na próxima. Trocar várias instruções juntas dificulta saber qual delas resolveu, ou qual piorou, o comportamento do seu agente.